No contexto da crescente preocupação global com o meio ambiente, o professor José Luis Coraggio, da Universidad Nacional General Sarmiento, da Argentina, apontou caminhos sociais e comunitários no encontro Economia solidária e alternativas de desenvolvimento para a América Latina, nesta quarta-feira, 30. Segundo ele, as consequências de uma economia voltada apenas para o mercado são enormes e, muitas vezes, resultam em desemprego.
Para Coraggio, quando uma economia não satisfaz os desejos e as necessidades da população é sinal de que ela não funciona, mesmo com o crescimento do PIB. A função da racionalidade do mercado é priorizar as necessidades legítimas da sociedade.
- O mercado é a melhor maneira de organizar as atividades humanas, porém, a economia social é um processo de separação entre ele e a organização da sociedade. Ela não estimula a individualidade nem a competitividade. É consciente e não segue à risca as regras impostas pelo mercado.
A reciprocidade e a redistribuição são um dos princípios solidários utilizados pelas economias sociais para resolver os problemas da sociedade. Segundo ele, a Bolívia, o Equador e a Venezuela são exemplos de países da América Latina que aderiram a este modelo econômico.
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