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Rio de Janeiro, 1 de outubro de 2022


Campus

Universitários desafiam a lei da gravidade

Paula Giolito - Do Portal

05/11/2008

 Paula Giolito

Depois de passar por países como Israel, Portugal e Estados Unidos, o Red Bull Gravity Challenge chega ao Rio de Janeiro. O desafio aconteceu na tarde de quinta-feira, 30, no estacionamento da PUC-Rio e contou com a apresentação de 18 equipes, de um total de 50 inscrições. Baseada nas teorias da gravidade de Isaac Newton, a competição propôs o desenvolvimento de um projeto com no máximo um metro cúbico de tamanho e cinco quilos que protegesse um ovo de galinha de qualquer rachadura ao ser lançado de uma altura de 15 metros. A única equipe carioca a alcançar o objetivo foi “Galáticos”, composta pelos universitários Gabriel Lantini, Victor Aluan e Bernardo Pater, que apresentaram um protótipo de disco-voador do qual o ovo saiu sem quebrar.

O grupo vencedor, formado por estudantes de Marketing (ESPM), Engenharia (PUC-Rio) e Desenho Industrial (UniverCidade), desenvolveu o protótipo de disco-voador, o “Disco Galinhático”, após analisar os projetos já apresentados em outros países. Para alcançar o objetivo do desafio, o grupo realizou 32 testes e quebrou mais de 40 ovos. O projeto foi desenvolvido com a utilização de espuma da Nasa, tubos de PVC emborrachados, isopor e papel laminado. Fantasiados de Sílvio Santos, marciano e astronauta, os “Galáticos” tinham a torcida mais animada, com a presença de amigos e avós dos concorrentes.

Antes de chegar ao Rio, o desafio passou por Ribeirão Preto, onde seis equipes, de um total de 19, obtiveram êxito em seus projetos. Em um clima animado, com distribuição de energéticos e presença de torcidas organizadas, a etapa carioca contou com júri composto pelo publicitário Rafael Liporace, pelos professores Marcelo Alves e Mauro Schwanke, que lecionam Física (UFRJ) e Engenharia Elétrica (PUC), respectivamente.

 Os jurados avaliaram não apenas a criatividade das equipes inscritas, mas também a técnica empregada. “A criatividade foi muito boa, todos tiveram ótimas idéias, mas as técnicas não foram corretamente aplicadas”, opinou o professor Marcelo Alves. Ao ser lançado, o ovo deveria tocar o chão dentro de um alvo para que a equipe ganhasse seis pontos. Os juízes avaliavam o projeto e atribuíam notas de um a seis, assim, as equipes podiam alcançar a pontuação máxima de 12 pontos. Os vencedores ganharam um salto de pára-quedas, ingressos para o show VIVO eletronic beats, com Booka Shade, e uma caixa de Red Bulls.