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Rio de Janeiro, 21 de julho de 2024


Campus

PUC-Rio oferece bolsas para intercâmbio na China

Monalisa Marques* - Do Portal

20/09/2011

Começam hoje as inscrições para as bolsas de estudo no curso intensivo de mandarim e cultura chinesa na Universidade de Estudos Internacionais de Pequim (BISU), na China. É a primeira edição do programa de intercâmbio, oferecido pela Coordenação Central de Cooperação Internacional da PUC-Rio, que será realizado no início de 2012, com duração de quatro semanas. Cinco alunos serão contemplados com bolsas integrais, que não incluem gastos pessoais, passagens aéreas e despesas com obtenção de visto.

As inscrições vão até o dia 30, e só podem se candidatar alunos de graduação e de mestrado e doutorado que já tenham algum tipo de bolsa na PUC. A seleção será feita pela análise dos documentos entregues pelo candidato, levando em consideração critérios acadêmicos e socioeconômicos, além do currículo e da carta de apresentação. 

– O objetivo é escolher candidatos que já tenham ou que realmente desejem ter afinidade com a língua e cultura chinesas. Cabe ao aluno dizer a importância dessa oportunidade para a sua formação. Além disso, é importante estar entre os 50% melhores alunos do seu departamento, não ser formando 2011.2 e já ter cursado pelo menos 40 créditos na PUC-Rio – explica o coordenador de Programas de Curta-Duração do CCCI, Daniel Castro. 

O programa é resultado de um convênio firmado entre as universidades, com dois anos de duração, renováveis. A iniciativa é um dos reflexos da influência chinesa sobre a economia nacional, evidenciada pela posição de destaque do país oriental como parceiro comercial do Brasil. Ex-correspondente do jornal O Globo na China, o jornalista Gilberto Scofield destaca que conhecer o mandarim pode ser um diferencial.

– Muitas empresas chinesas estão abrindo operações em cidades brasileiras. No caso das pessoas que trabalham para estas empresas ou até mesmo para as nacionais que fazem negócios com a China, aprender mandarim é fundamental.

Scofield, porém, não considera o domínio da língua indispensável. Segundo ele, o inglês continua sendo o idioma curinga para quem quiser se comunicar em qualquer lugar do mundo, principalmente por ser muito mais fácil de aprender.

* Colaborou Caio Lima.