Projeto Comunicar
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Rio de Janeiro, 27 de junho de 2017


Revista Eclética nº35 completa

Alice Reis e Luiza Mussnich - Da sala de aula


 Isso pode? Podemos ser gente grande ou até um bebê: ficamos tentados a desobedecernormas e desafiar autoridades. A sociedade arranja métodos para punir, reprimir, interditar, limitar essas tentações, e é isto que nos garante civilidade. Mas não é por acaso que o homem se sente seduzido pela transgressão. O delito é força motriz para o desenvolvimento das culturas, aprimoramento das artes, elaboraçãodas leis e instituição das convenções sociais.

Nesta edição comemorativa do 35º exemplar da Eclética, é proibido proibir. Para os moradores da favela Santa Marta, pacificada em 2008, as restrições impostas pela dominação policial aniquilam parte da cultura do morro. Já no universo da publicidade, crianças e adolescentes assistem a comerciais coercitivos, e levanta-se o dilema acerca da regulamentação das propagandas infantis. Por que o proibido é mais gostoso? Psicanalistas analisam as motivações e o prazer que levam o homem a querer cometer atos ilícitos. Nossos repórteres também vão mostrar por que, na teledramaturgia brasileira, temas como suicídio e incesto ainda são tabus e, assim, costumam ser evitados nas novelas.

E se dissermos que você está proibido de virar a página; vai encarar?

Eclética nº35 completa

A favela sob o jugo da UPP

- Da sala de aula

A favela sob o jugo da UPP


“Mãe, esse comercial está me persuadindo!”

- Da sala de aula

“Mãe, esse comercial está me persuadindo!”


Será que o proibido é mesmo mais gostoso?

- Da sala de aula

Será que o proibido é mesmo mais gostoso?


O público levanta do sofá e entra na telinha

- Da sala de aula

O público levanta do sofá e entra na telinha


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